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O governo do presidente Lula vai resgatar uma proposta que havia sido abandonada por Jair Bolsonaro de defesa do combate ao racismo na ONU. Ainda no mês de junho, o Itamaraty irá submeter ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas um projeto de resolução no qual fica declarada a incompatibilidade entre o racismo e a democracia, informa o Uol.  O projeto nasceu ainda no primeiro governo de Lula e, ao longo das décadas, foi reapresentado em diferentes ocasiões, sempre sendo aprovado por unanimidade. Mas a última vez que isso ocorreu foi em 2018, ainda na presidência de Michel Temer. AUDIÊNCIATV Bahia assiste Balanço Geral continuar no topo da audiência; veja números BNews TurismoAzul cria novos voos diários para Bahia; saiba de onde A partir de 2019 o governo Bolsonaro optou por abandonar o projeto. Nos anos que se seguiram, diante do debate sobre a violência policial no caso do americano George Floyd, o Itamaraty do então chanceler Ernesto Araújo foi uma das poucas delegações que tentou esvaziar o esforço da comunidade internacional em criar formas de pressionar governos a lidar com essa dimensão do racismo. Naquele momento, a aliança entre Donald Trump e Jair Bolsonaro colocava os dois governos em posturas similares e de apoio nos debates na ONU. window.uolads && window.uolads.push({ id: "banner-300x250-1-area" }); Clique aqui e se inscreva no canal do BNews no Youtube! Racismo no Brasil aparece como destaque em raio-x da ONU  Segundo a publicação, o protagonismo que o governo tenta assumir sobre o tema ocorre no momento em que a investigação realizada pela ONU a partir da morte de George Floyd também expõe o racismo na polícia brasileira.  window.uolads && window.uolads.push({ id: "banner-300x250-2-area" }); A entidade internacional denunciou, num informe publicado no final do ano passado, a violência das forças de ordem do país contra afrobrasileiros e colocava a situação como uma das mais graves e emblemáticas no mundo. A ONU escolheu sete casos "simbólicos" de violência policial e dois deles são brasileiros. E nenhum foi até agora encerrado com punições na Justiça. Os incidentes se referem às mortes de Luana Barbosa dos Reis Santos e João Pedro Matos Pinto, afrobrasileiros assassinados pela polícia. A lista de casos emblemáticos ainda traz o próprio George Floyd e Breonna Taylor (EUA), Adama Traoré (França), Kevin Clarke (Reino Unido) e Janner García Palomino (Colômbia).